Chegar a R$ 1 milhão depende de três coisas: quanto você aporta, por quanto tempo e a que taxa. A calculadora soma o rendimento de cada mês ao saldo, acrescenta o aporte e repete até o saldo passar de R$ 1 milhão. O resultado é o número de meses.
A segunda metade é mais rápida
No começo quase todo o saldo vem dos aportes, e a curva parece andar devagar. À medida que o saldo cresce, os juros de cada mês aumentam e passam a contribuir mais que o próprio aporte. É por isso que os segundos R$ 500 mil chegam em menos tempo que os primeiros. O marcador 1 da curva mostra o mês exato em que os juros mensais superam o aporte.
Um milhão nominal não é um milhão de hoje
Se a meta leva 20 anos, o milhão que você terá lá não compra o que um milhão compra hoje. Para medir isso, a página refaz a conta com a taxa real, que é a taxa de juros descontada da inflação: (1 + juros) ÷ (1 + inflação) − 1. Com juros de 10% e inflação de 4,5% ao ano, a taxa real é de 5,26% ao ano. O tempo calculado com ela é o tempo para ter o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje, supondo que você também reajuste os aportes pela inflação.
O que acelera o caminho
Aumentar o aporte tem efeito direto e imediato. Começar antes tem efeito maior ainda, porque cada ano adicional rende sobre um saldo já acumulado. A taxa importa, mas buscar taxas mais altas costuma significar assumir mais risco. Compare produtos de renda fixa no SimularAplicação e volte com a taxa escolhida.
Prefere fixar o prazo e descobrir o aporte? Use quanto investir por mês. Quer saber que renda um milhão sustenta? Veja viver de renda.