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Em quanto tempo você chega ao primeiro milhão

Informe quanto investe por mês. A página mostra o tempo até R$ 1 milhão, quanto disso é juro e quanto tempo a mais leva para ter o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje.

R$ 1.000

Fonte: Selic meta de 13,75% a.a., histórico do Banco Central · vigente desde · atualizado em

Hipótese sua; usada para o milhão em dinheiro de hoje.

Tempo até R$ 1 milhão com R$ 1.000 por mês

19 anos e 2 meses

230 aportes, com taxa de 13,75% a.a.

Sai do seu bolso

R$ 230.000

Vem dos juros

R$ 771.874

77% do milhão

Milhão em dinheiro de hoje

24 anos e 8 meses

Tempo para ter o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje, com inflação de 4,5% a.a.

  • Aportes
  • Juros
  • R$ 1 milhão
  1. 5 anos e 6 meses: os juros do mês passam o valor do aporte (saldo de R$ 95.526,70).
  2. 9 anos e 10 meses: o saldo é o dobro do que você investiu (saldo de R$ 236.214,37).

Os primeiros R$ 500 mil levam 14 anos e 5 meses. Os R$ 500 mil seguintes levam 4 anos e 9 meses.

Tempo até o milhão por aporte

Aporte mensalTempo até R$ 1 milhãoTotal aportadoEm dinheiro de hoje
R$ 30028 anos e 1 mêsR$ 101.10037 anos e 10 meses
R$ 50024 anos e 3 mesesR$ 145.50032 anos e 1 mês
R$ 1.00019 anos e 2 mesesR$ 230.00024 anos e 8 meses
R$ 2.00014 anos e 5 mesesR$ 346.00017 anos e 11 meses
R$ 3.00011 anos e 11 mesesR$ 429.00014 anos e 4 meses
R$ 5.0009 anosR$ 540.00010 anos e 5 meses

Taxa de 13,75% a.a., inflação de 4,5% a.a. e valor inicial de R$ 0. A última coluna é o tempo para alcançar o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje.

O que a conta do milhão ensina

Chegar a R$ 1 milhão depende de três coisas: quanto você aporta, por quanto tempo e a que taxa. A calculadora soma o rendimento de cada mês ao saldo, acrescenta o aporte e repete até o saldo passar de R$ 1 milhão. O resultado é o número de meses.

A segunda metade é mais rápida

No começo quase todo o saldo vem dos aportes, e a curva parece andar devagar. À medida que o saldo cresce, os juros de cada mês aumentam e passam a contribuir mais que o próprio aporte. É por isso que os segundos R$ 500 mil chegam em menos tempo que os primeiros. O marcador 1 da curva mostra o mês exato em que os juros mensais superam o aporte.

Um milhão nominal não é um milhão de hoje

Se a meta leva 20 anos, o milhão que você terá lá não compra o que um milhão compra hoje. Para medir isso, a página refaz a conta com a taxa real, que é a taxa de juros descontada da inflação: (1 + juros) ÷ (1 + inflação) − 1. Com juros de 10% e inflação de 4,5% ao ano, a taxa real é de 5,26% ao ano. O tempo calculado com ela é o tempo para ter o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje, supondo que você também reajuste os aportes pela inflação.

O que acelera o caminho

Aumentar o aporte tem efeito direto e imediato. Começar antes tem efeito maior ainda, porque cada ano adicional rende sobre um saldo já acumulado. A taxa importa, mas buscar taxas mais altas costuma significar assumir mais risco. Compare produtos de renda fixa no SimularAplicação e volte com a taxa escolhida.

Prefere fixar o prazo e descobrir o aporte? Use quanto investir por mês. Quer saber que renda um milhão sustenta? Veja viver de renda.

Perguntas frequentes

Quanto preciso investir por mês para ter R$ 1 milhão?

Depende da taxa e do prazo. A tabela desta página mostra o tempo para vários aportes com a taxa informada. Para fixar o prazo e descobrir o aporte, use a página "quanto investir por mês".

R$ 1 milhão daqui a 20 anos vale o mesmo que hoje?

Não. Com inflação de 4,5% ao ano, R$ 1 milhão daqui a 20 anos compra o que cerca de R$ 415 mil compram hoje. Por isso a página mostra também o tempo para chegar ao poder de compra de R$ 1 milhão de hoje.

Por que os primeiros anos parecem render tão pouco?

Porque no início o saldo é pequeno e quase tudo vem dos aportes. Os juros ganham peso à medida que o saldo cresce. Na maior parte dos cenários, a segunda metade do caminho até o milhão é bem mais rápida que a primeira.

A conta considera aumento dos aportes ou impostos?

Não. O aporte é fixo, a taxa é constante e não há desconto de impostos. São simplificações para comparar cenários.

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