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Quanto investir por mês para chegar à sua meta

Diga o valor que quer ter e em quanto tempo. A página faz a conta dos juros compostos ao contrário e devolve o aporte mensal, inclusive com a meta corrigida pela inflação.

20 anos

Fonte: Selic meta de 13,75% a.a., histórico do Banco Central · vigente desde · atualizado em

A meta está em

Aporte mensal para ter R$ 1.000.000 em 20 anos

R$ 888,16

Com taxa de 13,75% a.a. e aportes no fim de cada mês.

Sai do seu bolso

R$ 213.158,68

Vem dos juros

R$ 786.841,32

79% da meta

  • Aportes
  • Juros
  • Meta: R$ 1.000.000

E se o prazo fosse outro?

PrazoAporte mensalTotal aportadoJuros
5 anosR$ 11.934,95R$ 716.097,15R$ 283.902,85
10 anosR$ 4.109,27R$ 493.112,79R$ 506.887,21
15 anosR$ 1.827,40R$ 328.931,80R$ 671.068,20
20 anosR$ 888,16R$ 213.158,68R$ 786.841,32
25 anosR$ 448,84R$ 134.650,68R$ 865.349,32
30 anosR$ 231,12R$ 83.203,23R$ 916.796,77

Com a meta, a taxa e o valor inicial informados acima. Quanto mais longo o prazo, maior a parte da meta paga pelos juros.

Como a conta é feita

A calculadora de juros compostos responde "quanto vou ter se investir X por mês". Aqui a pergunta é a inversa: "quanto preciso investir por mês para ter Y". A fórmula é a mesma, isolando o aporte:

A = [M − C × (1 + i)ⁿ] × i ÷ [(1 + i)ⁿ − 1]

M é a meta, C é o que você já tem, i é a taxa mensal e n é o prazo em meses. Primeiro a conta projeta quanto o valor que você já tem vai render sozinho. O que faltar para a meta é dividido em aportes mensais, já contando que cada aporte também rende até o fim do prazo.

Um exemplo

Para juntar R$ 100.000 em 5 anos, começando do zero, com taxa de 10% ao ano (0,7974% ao mês): o aporte é 100.000 × 0,007974 ÷ (1,007974⁶⁰ − 1), ou R$ 1.306,14 por mês. Você aporta cerca de R$ 78.369 e os juros completam os R$ 21.631 restantes.

Meta em valor da época ou em dinheiro de hoje

Quando alguém diz "quero ter R$ 1 milhão", quase sempre pensa no que R$ 1 milhão compra hoje. Mas daqui a 20 anos os preços serão outros. Ao escolher "dinheiro de hoje", a página corrige a meta pela inflação informada antes de calcular o aporte. O valor a juntar fica maior, e o resultado passa a representar o poder de compra que você realmente quer.

O que mais pesa: prazo, taxa ou aporte

O prazo. Na tabela acima, dobrar o prazo reduz o aporte para bem menos da metade, porque os juros têm mais tempo para trabalhar. A taxa também pesa, mas você não a controla. O prazo e a disciplina do aporte, sim. Se o aporte calculado não cabe no orçamento, teste um prazo maior antes de desistir da meta. E, se quiser saber em quanto tempo um aporte fixo chega a R$ 1 milhão, veja a página do primeiro milhão.

metahojeprazo
O aporte calculado é o que faz a curva do saldo encostar na meta exatamente no fim do prazo.

Perguntas frequentes

Como é calculado o aporte mensal para atingir uma meta?

Pela fórmula do valor futuro, resolvida para o aporte: A = (M − C × (1 + i)ⁿ) × i ÷ [(1 + i)ⁿ − 1], em que M é a meta, C o valor que você já tem, i a taxa mensal e n o número de meses. O aporte é considerado no fim de cada mês.

O que muda ao escolher a meta "em dinheiro de hoje"?

A meta é corrigida pela inflação que você informar até o fim do prazo. Para ter o poder de compra de R$ 1 milhão de hoje daqui a 20 anos, com inflação de 4,5% ao ano, é preciso juntar cerca de R$ 2,41 milhões em valores da época.

E se eu aumentar o aporte todo ano?

A simulação usa aporte fixo. Se você reajustar o aporte ao menos pela inflação, tende a chegar à meta antes do prazo calculado. Uma forma de aproximar esse efeito é usar a taxa real (juros acima da inflação) e manter a meta em dinheiro de hoje.

O resultado considera imposto de renda?

Não. A taxa informada é aplicada inteira. Para uma estimativa mais conservadora, informe a taxa líquida do investimento que pretende usar.

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